terça-feira, 6 de julho de 2010

À sombra das chuteiras imortais

“Duas vezes na minha carreira de jogador de futebol eu quis a minha mãe: a primeira quando disputei meu primeiro clássico Peñarol e Nacional, no estádio Centenário de Montevidéu, aos 17 anos de idade. A segunda quando enfrentamos a Holanda na Copa de 1974. Quando peguei na bola pela primeira vez no jogo, logo na saída, vieram quatro deles para tirar a bola de mim. Achei que ficaria naquilo. Mas acontecia a cada vez que eu pegava na bola. Aí me lembrei dela, da minha mãe. Queria ela ali comigo, porque aquilo não era o futebol como eu conhecia.”

Pedro Rocha, atacante uruguaio.

2 comentários:

Anônimo disse...

a gangrena atinge também o futebol mundial...

Paulo Sales disse...

É verdade. Aos poucos, mas progressivamente.